Conexsus participa de entrevista sobre os caminhos da sociobioeconomia no Brasil

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A sociobioeconomia reúne diferentes setores e atividades, mas tem nos negócios comunitários uma de suas principais bases. São organizações produtivas formadas e lideradas pelas próprias comunidades, que atuam em cadeias da sociobiodiversidade e podem gerar renda ao mesmo tempo em que contribuem para a conservação dos territórios.

Esse foi um dos pontos destacados por Pedro Frizo, diretor de Operações da Conexsus, em entrevista ao programa Sala de Convidados, do Canal Saúde, da Fiocruz. Ao lado do professor Danilo Araújo, da Universidade Federal do Pará (UFPA), e de Paulo Petersen, coordenador da AS-PTA, Pedro discutiu os caminhos e desafios da sociobioeconomia no Brasil.

Segundo Pedro, os negócios comunitários têm uma importância econômica e ambiental. Quando conseguem acessar mercados e comercializar seus produtos, esses empreendimentos geram renda diretamente para as pessoas que os formam e criam incentivos econômicos para a manutenção de atividades produtivas sustentáveis.

A dimensão desse universo também aparece nos dados. Em um mapeamento realizado pela Conexsus em 2018, foram identificadas mais de 1.000 cooperativas e associações inseridas em cadeias produtivas da sociobioeconomia no Brasil. Em um levantamento mais recente, realizado em 2025 com cerca de 100 negócios comunitários, o conjunto dos empreendimentos analisados registrou mais de R$ 130 milhões em faturamento.

Quer conhecer mais sobre os caminhos e desafios da sociobioeconomia no Brasil?

Assista à entrevista completa de Pedro Frizo no Sala de Convidados, do Canal Saúde/Fiocruz.